sábado, 16 de fevereiro de 2008
Soneto 116 - William Shakespeare
"De almas sinceras a união sinceraNada há que impeça: amor não é amorSe quando encontra obstáculos se altera, Ou se vacila ao mínimo temor.Amor é um marco eterno, dominante, Que encara a tempestade com bravura;É astro que norteia a vela errante, Cujo valor se ignora, lá na altura.Amor não teme o tempo, muito embora, Seu alfange não poupe a mocidade;Amor não se transforma de hora em hora, Antes se afirma para a eternidade.Se isso é falso, e que é falso alguém provou, Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou"
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Voltaire

"Dirijo minha luta não contra as crenças religiosas dos homens, mas contra os que exploram a crença. Detestemos essas criaturas que devoram o coração de sua mãe e honremos aqueles que lutam contra elas. Acredito na existência de Deus. Em verdade, se Deus não existisse, fora preciso inventá-lo. Meu Deus não é um Rei exclusivo de uma simples ordem eclesiástica. É a suprema inteligência do mundo, obreiro infinitamente capaz e infinitamente imparcial. Não tem povo predileto, nem país predileto, nem igreja predileta. Pois para o verdadeiro crente há, apenas, uma única fé, justiça igual e igual tolerância para toda a humanidade."
Faço essas,minhas palavras
Ana Luisa.
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